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+ "Eu te conheço muito bem, Robin. Nunca entendi porque certos casais se apelidam de “vida” mas depois de te conhece passei a entender. Tu é uma caixinha de surpresas, assim como a vida. Depois de te conhecer entendi também o negócio de chamar de “amor”. Amor estraga tudo, ninguém entende porra nenhuma de amor. Você oculta, esconde. Tu nunca admite nada, se faz de durona. Mas ainda chora com aquele pior tipinho de filme de romance, aquele que toda menininha recomenda. Tu nunca foi meu tipo, ou o que eu procurava encontrar. Na real, eu nunca quis encontrar nada. Porque sempre fui meio perdido, por isso te fiz tanto de bússola. Eu te conheço, tu tem amor transbordando até pelas orelhas. Mas tem medo das suas próprias coisas guardadas dentro de você. Tu tem medo de qualquer coisa que saiba que possa te domar, tu tem medo de mim. Não exatamente medo de temer, mas medo porque sabe que eu te conheço. Que eu entendo bem seus pontos fracos, e que tornei tu o meu. Eu podia te comparar com o sol, mas prefiro te por na lua. O sol tá lá, sempre o mesmo, sabe? A lua tem suas fases, e o modo de brilhar a noite como o sol nem com seus trocentos (sou péssimo em astronomia) raios de luz consegue chegar perto. Tu tem suas fases, e tem um jeito insuportável de fazer com que elas sejam irritantes e parte delas encantadoras. Implicar contigo se tornou um dos meus maiores dons, e viver de cara feia pra mim virou o seu. Do mesmo jeito que eu sou péssimo em astronomia, sou péssimo em lidar contigo. Se tu viesse com um manual, eu não entenderia. Se tu fosse uma matéria escolar, eu repetiria de ano e possivelmente nunca sairia do colégio. Nem eu mesmo entendo como é possível te conhecer tanto, e te entender totalmente o contrário do quanto te conheço. A única coisa que tu sabe fazer é estragar tudo, é fazer questão de me contar todas as minhas burradas e me dizer que eu sou um completo babaca. Eu tento por em ordem todas as coisas que eu tenho na minha cabeça e boto pra fora de mau jeito. Eu reparo tudo em você, o que é meio babaca. Reparo até a pausa que tu dá quando gargalha, e eu acho que tá no fim, você suspira e começa a rir de novo. Eu reparo até em como tu chora, e o quanto eu odeio isso. Tu é uma metáfora, como que é possível alguém ser uma metáfora? Pois é, tu é. Comecei a te conhecer tanto, que não conheço mais a mim. Tu se tornou um dos meus maiores problemas, tu se tornou aquela prova que a gente olha por 15 minutos sem saber por onde começar e sem entender nada. Eu não te entendo e acho que nem vou. Mas eu continuo me enganando, continuo dizendo pra mim mesmo que vou te desvendar e que vou descobrir qual é o “x” da sua conta. Acho que, na verdade, o X sou eu. Porque o erro sou eu, o problema é você e a solução somos nós doi… Maior mentira de todos os séculos seria por a solução em nós dois. Errado com errado dá em certo desde quando? Acho que foi por isso que eu ainda não larguei mão suas fases. Porque o acerto é muito mais conveniente que o erro, mas eu sempre recusei tudo que era conveniente. Eu sempre fui muito mais fã do teu “saudade” de vez em quando e do teu “não” sempre do que esses “te amo”. A verdade é que eu prefiro teus mil erros e defeitos, do que qualquer romancezinho perfeito onde tudo dá certo. A gente é absurdamente o contrário, a gente não é nada romance, a gente tá bem longe de qualquer tipo de acerto e tem tudo pra dar errado. Mas se dá tão errado, uma hora da certo. Pra ser bem sincero, duvido muito que dê. Mas tô aí pra me enganar, então vamos continuar fingindo que errado com errado dá certo. Assim como dois mais dois são cinco." — robin and stubb.  (via demografar)
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Without you I’m not happy, but I hope you’re happy

I’ll watch over you from afar

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Edits of Park Bom: 3/?

Edits of Park Bom: 3/?

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8/100 GTOP pictures that make me melt down.

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